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Arte em Centrais Telefônicas

Não é um Aquário. E muito menos gavetas, abaixo. É uma central telefônica!

 

Esta estante tem um efeito de profundidade muito bem feito. Dá para esquecer que é apenas uma pintura nas portas.

 

Parece feito de pedra...

 

 

Essa é mais simples. Mas é criativa também...


Coincidências curiosas - Parte II

 

* Lincoln foi eleito Presidente em 1860, Kennedy em 1960, cem anos depois.
* O assassino de Lincoln, John Wilkes Booth, nasceu em 1839; o assassino de Kennedy, Lee Harvey Oswald, nasceu em 1939, cem anos depois.
* Ambos foram assassinados numa sexta-feira.
* Ambos foram assassinados na presença da esposa.
* Ambos foram assassinados com disparos na cabeça.
* Ambos foram sucedidos na presidência por presidentes com sobrenome Johnson.
* Andrew Johnson (sucessor de Lincoln) nasceu em 1808 e Lyndon Johnson (sucessor de Kennedy) em 1908, cem anos depois.
* Os presidentes: Lincoln (7 letras); Kennedy (7 letras).
* Os sucessores: Andrew Johnson (13 Letras); Lyndon Johnson (13 letras).
* Os assassinos: John Booth (9 letras); Lee Oswald (9 letras).
* John Wilkes Booth (15 letras); Lee Harvey Oswald (15 letras).
* Suas respectivas esposas perderam um filho durante sua estadia na Casa Branca.
* A secretária de Lincoln tinha sobrenome Kennedy.
* A Secretária de Kennedy tinha sobrenome Lincoln.
* Lincoln foi assassinado no teatro Ford; Kennedy num Lincoln, carro produzido pela Ford.
* Ambos assassinos morreram antes de serem levados a julgamento.
* John Wilkes Booth disparou em Lincoln num teatro e foi preso num armazém. Lee Harvey Oswald disparou em Kennedy de um armazém e foi preso num teatro.
* Três dias antes de morrer, Abraham Lincoln teve um sonho no qual visitava a Casa Branca para assistir a seu próprio funeral.


 

Coincidências curiosas - Parte I

Coincidências Curiosas - Parte I


1 - Richard Parker foi um personagem do livro O Relato de Arthur Gordon Pym, do escritor Edgar Alan Poe (1809-1849). No livro, Richard é devorado pela tripulação durante a história. Em 1884, quase cinco décadas depois de Poe publicar seu livro, a Grã-Bretanha ficou chocada com um crime: os três tripulantes mais velhos do barco Mignorette, que havia naufragado, decidiram matar e comer o tripulante mais novo. Qual era o nome da criatura? Richard Parker.

2 - O rei Umberto I, da Itália do século XIX, conheceu o dono de uma pizzaria que era muito parecido com ele. E pior: ambos nasceram em Turim, em 14 de março de 1844, e ambas as suas esposas chamavam-se Margheritta. O rei Umberto foi coroado no mesmo dia que o restaurante inaugurou. Umberto (rei) e Umberto (comerciante) morreram no mesmo ano, em 1900.

3 - Thomas Jefferson e John Adams, respectivamente o segundo e o terceiro presidente dos EUA, morreram no mesmo dia: 4 de julho de 1826. Mas não morreram no mesmo incidente e nem tem um haver com a morte do outro.


Inês de Castro: O bizarro amor do Rei de Portugal

Imagem retratando a coroação de Inês

Inês de Castro era galega, e nasceu por volta de 1320.

Pedro, o príncipe de Portugal, casou-se secretamente com ela após a morte de Constança, sua esposa; mas o rei, D. Afonso IV, não aprovava esta relação, e exilou Inês no castelo de Albuquerque, em 1334.


Porém, a distância não apagou o amor de Pedro e Inês que, segundo a lenda, continuavam a corresponder-se.

Por isso, em 1355, Dom Afonso decidiu que a melhor solução seria matar a dama galega. Inês foi cruelmente degolada por homens contratados, pelo crime de amar o príncipe herdeiro de Portugal.

Segundo a lenda, as lágrimas derramadas no rio Mondego pela morte de Inês teriam criado a Fonte dos Amores da Quinta das Lágrimas, e algumas algas avermelhadas que ali crescem seriam o seu sangue derramado.

Dom Pedro, revoltado, ao tornar-se rei, conseguiu que fossem executados dois dos homens que mataram Inês, e decretou legitimar os filhos que teve com ela, afirmando que se tinha casado secretamente em 1354. As palavras do rei e do seu capelão foram as únicas provas desse casamento.

Ainda abalado por ter perdido o seu único amor verdadeiro, mandou que Inês fosse desenterrada, e naquela ocasião foi realizada a cerimônia da coroação de Dona Inês de Castro como rainha póstuma de Portugal, incluindo o beijar de sua mão da parte do rei e dos nobres presentes. Ao lado de sua amada, talvez pela última vez, Dom Pedro renovou seu amor eterno pela rainha morta.

O rei mandou construir algum tempo depois os túmulos de D. Pedro I e de Inês de Castro no mosteiro de Alcobaça, para onde transladou o corpo da sua amada Inês.
 
Os túmulos estão voltados um para o outro, para que, segundo a lenda, “possam olhar-se nos olhos quando despertarem no dia do juízo final”.

O mito do Homem da Cobra e a imortalização da maçã do amor

As cobras não falam. E nem sobem no pezinho de limão. Mas uma coisa é certa para absolutamente todos os brasileiros: ninguém fala mais do que o homem da cobra.

Pode apostar, ninguém mesmo, nem mesmo as mulheres.

O que ninguém sabe é que o mito, o grande Homem da Cobra, realmente existiu.

Paulo Lucio Zimmermann, durante as décadas de 70 e 80, rodou o país causando dissabor com um ônibus Mercedão, onde realizava exposições adivinhem de que?

Cobras, cobras e mais cobras.

Até aí tudo bem. O incrível espetáculo contava inclusive com o número que era o auge, o frenesi do mundo mágico do circo na época: a apresentação da Monga, neste caso, Mongo, pois era um homem gorila, e não uma mulher.

O que eu gostaria de lembrar aqui é algo que pode em muito ter contribuído para a criação de um mito.

Eu citaria como categórico um fato que envolve aquela fruta doce, com um quê de produto europeu, da nobre estirpe dos frutos médio-cítricos, neste caso, embalsamada por uma calda de açúcar cristal que a tornava como um diamante, delicadamente misturada ao corante vermelho da cor do amor, amor que leva no sobrenome, imortalizada num filme plástico que nunca é retirado completamente, e não adianta tentar.

Exatamente, não estamos falando em nada mais e nada menos do que a Maçã do Amor.

Sim, acreditem! O Homem da cobra, embora não exista nenhum documento previamente registrado que possa comprovar, foi o responsável por popularizar esta nobre especiaria circense nas regiões baixas do Brasil, na República dos Estados Unidos do Sul.

Quantas vezes você foi ao parque, ficou com a boca cintilante e com as mãos gosmentas ao saborear tão maravilhosa iguaria!

Certamente muitas. O que vai mudar é que toda vez que avistar de longe este doce que é o símbolo da cultura nômade brasiliense, agora poderá pagar tributo ao nosso amado Homem da Cobra, aquele que arriscou sua vida para deixar sua contribuição cultural ao mundo contemporâneo.

Paulo Zimmermann faleceu a pouco mais de dez anos, muito tempo depois de aposentar o ônibus das cobras.

Agora... você deve estar pensando: o que é que isso tudo tem haver com qualquer outra coisa que exista no quadro mundial, no dia-a-dia da humanidade?

Eu respondo, com todo o prazer que o barulho destas teclas que aqui massacro podem causar:

O E-zap está aqui para levar em frente a saga do falador, saga do velho Paulo, e fazer perpetuar assim uma tradição. Está aqui para mostrar ao mundo que muitas notícias podem sim ser desvirtuadas, sem, contudo, perderem seu valor histórico.

E é a você, sábio e estimado leitor, nosso respeitável público, que damos as cordiais boas vindas!

Por isso, aproveite para visitar-nos quando quiser, pois estaremos aqui, luxuosamente instalados, até o dia em que não estivermos mais! E vida longa ao rei!!!