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Testes encontrados por aí

O teste do idiota:

O verdadeiro teste do idiota é você clicar no quadrado e pagar por toques grátis.

 

 

Agora um legítimo teste: ACHE O HOMEM

(o homem está realmente na foto)

 

Se você achou: "Congrétuleichions"

Se você não achou: "Idiota, clique no quadrado"

 

O Profissional

Você acha que todo arrumadinho, cabelo penteado, barba bem feita consegue um bom emprego? A foto abaixo mostra "Staff Profiles", repare no "IT Consultant". Clique na imagem para ver no próprio site. De início achei que era fake,mas...tirem suas próprias conclusões.


Aqui o "Profile" pessoal dele se você continua duvidando.

Estou pensando sériamente em nunca mais aparar os pelos do corpo depois dessa.

O mito do Homem da Cobra e a imortalização da maçã do amor

As cobras não falam. E nem sobem no pezinho de limão. Mas uma coisa é certa para absolutamente todos os brasileiros: ninguém fala mais do que o homem da cobra.

Pode apostar, ninguém mesmo, nem mesmo as mulheres.

O que ninguém sabe é que o mito, o grande Homem da Cobra, realmente existiu.

Paulo Lucio Zimmermann, durante as décadas de 70 e 80, rodou o país causando dissabor com um ônibus Mercedão, onde realizava exposições adivinhem de que?

Cobras, cobras e mais cobras.

Até aí tudo bem. O incrível espetáculo contava inclusive com o número que era o auge, o frenesi do mundo mágico do circo na época: a apresentação da Monga, neste caso, Mongo, pois era um homem gorila, e não uma mulher.

O que eu gostaria de lembrar aqui é algo que pode em muito ter contribuído para a criação de um mito.

Eu citaria como categórico um fato que envolve aquela fruta doce, com um quê de produto europeu, da nobre estirpe dos frutos médio-cítricos, neste caso, embalsamada por uma calda de açúcar cristal que a tornava como um diamante, delicadamente misturada ao corante vermelho da cor do amor, amor que leva no sobrenome, imortalizada num filme plástico que nunca é retirado completamente, e não adianta tentar.

Exatamente, não estamos falando em nada mais e nada menos do que a Maçã do Amor.

Sim, acreditem! O Homem da cobra, embora não exista nenhum documento previamente registrado que possa comprovar, foi o responsável por popularizar esta nobre especiaria circense nas regiões baixas do Brasil, na República dos Estados Unidos do Sul.

Quantas vezes você foi ao parque, ficou com a boca cintilante e com as mãos gosmentas ao saborear tão maravilhosa iguaria!

Certamente muitas. O que vai mudar é que toda vez que avistar de longe este doce que é o símbolo da cultura nômade brasiliense, agora poderá pagar tributo ao nosso amado Homem da Cobra, aquele que arriscou sua vida para deixar sua contribuição cultural ao mundo contemporâneo.

Paulo Zimmermann faleceu a pouco mais de dez anos, muito tempo depois de aposentar o ônibus das cobras.

Agora... você deve estar pensando: o que é que isso tudo tem haver com qualquer outra coisa que exista no quadro mundial, no dia-a-dia da humanidade?

Eu respondo, com todo o prazer que o barulho destas teclas que aqui massacro podem causar:

O E-zap está aqui para levar em frente a saga do falador, saga do velho Paulo, e fazer perpetuar assim uma tradição. Está aqui para mostrar ao mundo que muitas notícias podem sim ser desvirtuadas, sem, contudo, perderem seu valor histórico.

E é a você, sábio e estimado leitor, nosso respeitável público, que damos as cordiais boas vindas!

Por isso, aproveite para visitar-nos quando quiser, pois estaremos aqui, luxuosamente instalados, até o dia em que não estivermos mais! E vida longa ao rei!!!