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Dicas para comprar o seu carro sem preconceitos

 

Não importa como seja o transporte público da sua cidade, andar de carro sempre será mais confortável, e em alguns casos, mais barato do que andar de ônibus. Essa comodidade tem feito muitos venderem a alma para ter um carrinho. Mas o mercado tem certos preconceitos que não se justificam, tipo de coisa que passa no boca a boca, e que acabam afetando quem não conhece muito sobre veículos, que, por medo, evita determinados negócios achando que estará perdendo dinheiro, sendo enganado e coisas do tipo. Elaboramos esta lista simples que em poucas palavras pode lhe ajudar a decidir qual carro se encaixa melhor no seu perfil e na sua necessidade de transporte. É claro que todo brasileiro é um pouco especialista em carros, e esta matéria reflete a minha opinião baseada em experiência e pesquisa.

Modelo? Bom, não vamos entrar nesse quesito, porque cada um tem um gosto diferente para design, cor, etc. Aqui a ideia é falar sobre tipos de carros, estados e motores.

Carros com placa de outro estado
Quando é um bom negócio
Na boa, este é o preconceito mais besta na hora de comprar um carro. Você não deixa de casar com quem ama porque a pessoa nasceu em outro estado, né? Não deveria fazer isso ao comprar um carro tambem. Com a internet, em poucos minutos você descobre se o carro é roubado, se foi sinistrado, recuperado, se é piseira, se tem busca. Se você não sabe pesquisar, tem quem faça isso na maioria das capitais, e o serviço é baratíssimo. Sem falar que mesmo os carros que tem placa do seu estado podem ter pego muita estrada de chão, podem ter sido roubados ou na melhor das hipóteses vítimas de um dono relaxado.
Quando não é um bom negócio
Até carros novos tem diferenças de preço entre um estado e outro. Então, se você viajou apenas para comprar um carro, pesquise o valor de mercado na região para não pagar mais caro do que o carro vale.

Carros básicos
Quando é um bom negócio
Carros básicos são um bom negócio se você quer fazer uma frota, por exemplo. Alem de custar mais barato, o carro terá menos itens para dar manutenção. Se você não quer montar uma frota, pode ser um bom negócio também. Isso porque alguns carros básicos são menos visados para roubo do que o modelo equivalente completo; tem menos coisas para vender no mercado paralelo, e o risco algumas vezes não compensa.
Quando não é um bom negócio
Cedo ou tarde um limpador, um desembaçador ou um vidro elétrico vão fazer falta naquela chuva ou neblina. E são acessórios que valorizam o carro e facilitam a revenda.

Carros novos em geral
Quando é um bom negócio
O carro novo tem garantia maior, e quando comprado em promoção pode representar uma grande economia. O interior do carro não terá os desgastes que teria se fosse usado, e isso faz bastante diferença em conforto e beleza. Espera-se menos visitas à oficina, embora isso não seja uma regra. E claro, tudo tem cheirinho de novo.
Quando não é um bom negócio
Alguns carros novos tem desvalorização altíssima desde os primeiros dias de uso. Existem relatos de carros novos que apresentaram problemas crônicos de mecânica, e seus proprietários sempre tem bastante trabalho para reaver os prejuizos. Embora importante em todos os casos, o carro novo precisa mais de seguro do que os outros, afinal, é um bem de maior valor. Por último, nem sempre financiar um novo em dezenas de prestações é uma boa ideia, financeiramente falando.

 

Mesmo cuidando muito bem do carro, o uso acaba criando sujeiras no interior que

acumulam e não saem de jeito nenhum. No carro novo, tudo tem cheirinho de novo

por realmente ser novo e limpo.



Carros usados em geral
Quando é um bom negócio
Mesmo bem conservado e com a manutenção em dia, um carro usado custará bem menos que o seu equivalente mais novo. Assim que sai do pátio da concessionária o carro zero já desvaloriza, enquanto o usado já tem preço estável. E nem sempre um carro usado é sinônimo de problemas. Tem gente por aí que já teve muita dor de cabeça com carros comprados zero quilômetro, os chamados "carros premiados". Sempre leve o usado desejado em uma oficina de confiança para avaliação, não importa o que o vendedor diga.
Quando não é um bom negócio
O carro usado já rodou antes de chegar na sua mão. Quer tenha sido muito, quer pouco, a falta de manutenção nos prazos adequados podem trazer problemas que vão onerar tanto o comprador que seria mais barato ter comprado um carro novo.

Carros batidos
Quando é um bom negócio
É um bom negócio quando você sabe que foi batido e paga menos por isso. Se o conserto já foi feito, é lucro para você. Se precisar consertar, exija desconto e não compre antes de orçar o valor dos reparos. Mais importante de tudo: é imprescindível que as qualidades de estabilidade do carro não tenham sido alteradas. Infelizmente, só será possível ter certeza disso pegando a estrada. Então, se escolher um carro batido, reserve o primeiro fim de semana para fazer uma viagem rápida e testar o desempenho do carro. O que você precisa ver? Se o carro anda bem em linha reta, se não tem trepidações ou rangidos estranhos.
Quando não é um bom negócio
Quando você compra um carro batido sem saber disso, paga o valor de mercado e ainda pega um veículo cheio de remendos que transformam o carro num perigo para você e sua família. Mas esse tipo de defeito é considerado vício redibitório, e portanto você pode reclamar mesmo depois de três meses após comprar o carro. Se necessário, entre na justiça. E prepare-se: vai dar trabalho recuperar o seu dinheiro. E alguns donos de "lojinhas de carro" são pessoas perigosas, já vi uma loja dessas ser fechada pela Polícia Federal.

Carros 1.0
Quando é um bom negócio
O carro 1.0 é um bom negócio se você tem família pequena, usa o veículo mais na cidade e não quer gastar muito com manutenção e combustível. Salvo algumas exceções, como o New Ford Ka, os carros 1.0 sempre serão mais econômicos que os outros. Importante: viajar com um carro 1.0 não é ruim. Palavra de quem já viajou muito com um. Vai te dar um pouco mais de trabalho na hora de ultrapassar, mas embalado e em linha reta não existem diferenças reais e dentro da lei comparando-se com carros de motor mais forte. Nas subidas, pegue a pista da direita e ande de boa, curtindo a viagem, ao invés de jogar uma marcha pesada e esgoelar o motor. Afinal, a gente viaja para relaxar, não é?
Quando não é um bom negócio:
Bem, se a ideia é colocar cinco pessoas ou muitas bagagens no seu 1.0, esqueça. A lei permite, mas o design que o carro tem quando sai da fábrica mostra que ele não foi feito para cinco pessoas. Podemos comprovar isso analisando as estampas e as espumas do estofado. Aí não adianta dizer que esta motorização é ruim se você exige do seu carro mais do que ele pode aguentar.

 

 Fiat Uno Mille: um bom exemplo de um carro 1.0 que pode ser um bom negócio em

termos de custos de manutenção e consumo de combustível


Carros antigos
Quando é um bom negócio
É um bom negócio se você o usará como segundo carro, no fim de semana para dar aquela curtida ou apenas para deixar na sua coleção. Por outro lado, até viajar pode ser um bom negócio se você optar por um clássico nacional, como o Chevrolet Monza, o Ford Del Rey, um Golzinho ou outros. No caso dos antigos nacionais, a fartura e o preço das peças são um bom atrativo. Sem falar no preço de mercado que estes carros costumam ter, quase sempre mais baratos do que um carro mais novo. Valorize os nacionais na hora da compra, mas se ver um importado brilhando e estiver disposto a comprar, não pense duas vezes também. Dificilmente aparecerá outro. Você ainda pode usar um carro raro antigo para ganhar um dinheiro legal fazendo eventos.
Quando não é um bom negócio:
Quando você compra na empolgação, pensando em restaurar sem nunca ter feito isso pode acabar descobrindo tarde demais que não tem tempo ou dinheiro para cuidar do carro como gostaria. Mais cuidado ainda com alguns antigos importados que tem peças fáceis de encontrar, mas geralmente caras, ou difíceis de encontrar e mais caras ainda. A eficiência energética propiciada por novas tecnologias também não estará disponível em carros antigos, o que os torna geralmente bons bebedores de combustível. Uma ressalva para a segurança: metal de maior dureza e em maior quantidade não é sinônimo de segurança. Que diga o Titanic. Num acidente grave, boa parte do impacto acabará sendo absorvido pelos ocupantes.

Carros importados
Quando é um bom negócio
Os importados geralmente tem acabamento melhor, são mais confortáveis e até mais seguros do que a maioria dos carros nacionais, mesmo que já tenham bons anos de uso. Um carro importado torna-se um melhor negócio se ainda for fabricado ou se tiver fartura de peças. Um exemplo interessante é o Honda Civic, conhecido por aqui desde o começo da década de 90. É um exemplo de carro com peças fáceis de achar, embora caras, e também é o tipo de veículo que passa longe de oficinas. O importado usado é um carro para se ter por bastante tempo.
Quando não é um bom negócio:
Quando você compra o importado por causa das qualidades já citadas, mas não tem dinheiro para mante-lo. Alguns motores podem durar muito tempo sem incomodar, mas a suspensão vai sofrer bastante com as nossas ótimas estradas, e necessitará de reparos frequentes que acompanharão o preço alto de todo o resto. É preciso estar atento se o carro desejado está com a manutenção em dia. Também não é um bom negócio comprar um importado pensando em vende-lo logo. Com certeza isso dará bastante trabalho.

Carros acima de 2.0
Quando é um bom negócio
Estes carros podem rodar com tranquilidade mesmo transportando cinco pessoas e bagagem, o que vai exigir menos esforço do motorista ao conduzir (menos trocas de marchas, menos tensão na perna esquerda, etc). Geralmente esta motorização é acompanhamento de carros mais luxuosos, o que significa mais conforto, também. Inclusive, acessórios que roubam a potência do motor, como a direção hidráulica e o ar condicionado, se dão melhor com essa motorização. Se você é adepto da carretinha atrás do carro para carregar seja o que for, o ideal é um motor potente.
Quando é um mal negócio
A manutenção quase sempre é mais cara, e o consumo de combustível também geralmente é maior. Se você não gosta da esportividade que um carro assim traz, o ronco do motor pode te incomodar um pouco na cidade, onde o giro do motor muda constantemente, mesmo que o veículo tenha um bom isolamento. O que seria o ponto mais negativo de todos é que o excesso de confiança no carro pode te transformar num motorista babaca, que ultrapassa os limites e faz manobras arriscadas. Se fora do carro você é alguem impaciente e que se irrita fácil, faça um favor a você, a sua família e às famílias que você não conhece: aprenda a ser leve e respeitar, nem que precise de ajuda médica para controlar suas emoções.

 

Quer o leitor concorde, quer não, boa parte dos acidentes automobilísticos graves

foram causados por motoristas dirigindo carros potentes - verdadeiras máquinas

de matar em suas mãos. Este, inclusive, é o carro acidentado de político

paranaense, que matou dois jovens em Curitiba.

 

 

 

 

A arma que te persegue

Nós do E-zap somos contra toda e qualquer forma de violência, mas achei muito curioso este gif.

Não importa em que ângulo você esteja em relação ao seu monitor, esta arma sempre apontará na sua direção. Não adianta fugir.

 

Legal, né?

Teste sua Curitibanice

 

Faça o teste e comente, daí...

SituaçãoPontuação
Tenho parente "no norte"1
Joguei pipoca pras carpas do passeio público1
Tomei quentão com gemada na feira de inverno na Praça Osório1
Já comi pão com pernil1
Ja passei devagar pela Boca Maldita para ouvir a conversa dos velhinhos1
Tomei tubão1
Foi tubão torcido2
Já almocei em Santa Felicidade no dia das mães1
Roubei honestamente a canequinha do Submarino no Bar do Alemão1
Não aguento mais o Palácio Avenida1
Finjo que estou dormindo no ônibus quando aparece um conhecido ou um idoso1
Já dei uma moeda pra estatua viva que fica na XV1
Fui confundido com gaúcho ou catarina1
Já peguei ônibus com alguém pedindo dinheiro (Boa tarde pessoal, a gente somos...)1
Ando de bicicleta na canaleta do biarticulado2
Como pão com vina2
Deu 18ºC e já saio de casa só de camiseta1
Já andei no ônibus turismo, na parte de cima, mesmo morando aqui2
Ensinei que Piá e MENINO é a mesma coisa1
Tive uma japona2
Comi cachorro quente prensado com frango, catupiry, etc...1
Já comi um pastel numa lanchonete de japônes1
Já fui na feira de domingo de manhã no Largo da Ordem2
Tive de explicar para alguém o que é um penal1
Tomei caldo de cana com limão1
Tomo gasosa1
A gasosa é de gengibirra2
Já tirei uma foto no jardim botânico1
Digo que sim, mas não tenho vergonha do Oil Man1
É bolacha, sim!1
Dublei a mulherzinha do ônibus (próxima parada... estação...)2
Expliquei que Curitiba é a cidade e Coritiba é o time1
Não tenho sotaque, né?2
Tenho descascador de pinhão em casa1
Joguei boliche (aqui é com CH) no Shopping Curitiba1
Coloquei a mão no chafariz do shopping estação1
Comi cuque de polaco2
Professor Galdino, Professor Galdino, 45021...2
Já fui no Parque Tupã ou Morenos Park no Pinheirão1
Peguei o Inter II no sentido errado2
Parei na XV pra ver os palhaços1
BORBOLETA 13!!!1
Conheci a Família Folha2
Vou sempre pro centro pra passear na rua XV1
Fiz o caminho mais longo só pra não correr o risco de acompanhar o vizinho até o tubo1
Depois da balada, meu ponto final é sempre o Kharina1
Dou risada dos mendigos da Santos Andrade1
Assinei o lençol do Plá...1
E depois comprei um Cd dele2
  
Resultados 
De 0 a 05 pontos:Paulista. O que você está fazendo aqui?
De 06 a 15 pontos:Piá de prédio
De 16 a 35 pontos:Pé vermeio radicado em Curitiba
De 36 a 59 pontos:Curitiboca genuíno
Acima de 60 pontos:Gentílico da República do Leite Quente

Onde estão os aviões pelo mundo nesse momento?

Então, garimpando pela internet agora pouco achei um aplicativo bem interessante. Trata-se de um site que permite a visualização de rotas de voo comerciais em tempo real. Quer saber como funciona?

 

Tudo que você precisa fazer é entrar no site www.flightradar24.com, e deixar o mouse em cima de algum dos aviõezinhos que aparecem ali. Achei bem bacana, e para quem gosta de aviões, dá para passar um bom tempo seguindo as rotas no mapa.