e-Zap! Seu cantinho 'zap' na net

11/11/11 - 11:11 da manhã

 

 Ahá! Acharam que iriamos esquecer, não é? Este é um momento célebre, que ocorre uma vez a cada 100 anos: um período de tempo que pode ser descrito apenas repetindo um único de número: o número 1. "Oh, o que isso significa? devemos correr para as nossas casas? O que devemos fazer?" Acalmem-se, discipulos. Vos explicarei a verdade por trás desse grande acontecimento.

Tudo começou a dois dias atrás. Acho que foram três. Estava eu, como todo paranaense bairrista, lendo a Gazeta do Povo (tenho a primeira edição, caso alguém queira comprar), quando me deparei com a notícia incrível dessa data que eu desapercebi por uma ironia temporal.

Que bacana! 11/11/11, 11:11. Minha mãe nasceu dia 11/11, isso eu não tinha esquecido. Ah, e minha avó paterna também.

Eu não. Foi no dia 21/05 (o ano vocês podem conferir no meu perfil). Ah, tanto faz! Eu nem comemoro. Mas olha o "1" ali de novo!

Enfim, segundo a matéria que eu li, existem muitas superstições por trás dessa data. Entre atentados à torres, o 112º papa, abertura de portais, e coisas do tipo.

Diz a matéria:

"Alguns numerólogos atribuem ao número 11 poderes paranormais que criarão um canal de comunicação com o subconsciente. Outros sustentam que o número representa a dualidade do bem e do mal na Humanidade.

Na internet, blogueiros insistem no caráter místico do 11, que segundo eles pode estar associado aos desastres como os ataques do 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

A profecia de São Malaquias, que no século XI previu que existiriam 112 papas antes do apocalipse bíblico, também foi citado. O atual papa, Bento XVI, é o de número 111.

A data 11 é historicamente carregada de significados. Além dos atentados de 2001, o armistício da Primeira Guerra Mundial foi firmado às 11H00 da manhã do dia 11 de novembro de 1918."

Eu não acredito nessas coisas de ocultismo. Se bem que na parte das torres eu acredito, porque afinal, aconteceu. Mas acho que foi mais uma estratégia de marketing terrorista por parte do Osama: o numeral 11 até lembra um pouco duas torres.

 Mas, no resto, não tem como acreditar. Eu vi muitas coisas importantes acontecer no mundo. Outras, fiquei sabendo. Mas cada uma delas aconteceu não por uma peripécia do relógio, do calendário, porque estas coisas aí fomos nós mesmos quem criamos.

As coisas acontecem porque nós não somos inertes. Somos seres de atitude, capazes de mudar o mundo para melhor ou pior se quisermos.

Você acredita em superstições? Bom, não está prejudicando os outros com isso. Mas não esqueça de também não se prejudicar, de não se tornar alguém que espera que as coisas vão acontecer enquanto você está de braços cruzados, porque a vida não está fácil assim, não.

"Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente".

Inclusive, é seguro que nesta importantíssima data, uma boa parte dos nossos queridos leitores não fez mais do que brigar pelo "first" nesse post. First este, aliás, composto do importantíssimo número 1.

 Ah, é... o e-zap não tem essa briga... rs...

 

 

 

Fórmula 1 nas coxas

Então, eu não escolhi nascer brasileiro, apesar que se pudesse escolher, dificilmente faria uma boa escolha, já que cada nação tem lá suas desvantagens. Mas tem uma coisa em ser brasileiro que eu acho legal, que é a paixão natural por automobilismo. Não por corridas, confesso, mas achei bem interessante a sequência de fotos que recebi por e-mail de como era a coisa no passado. Se você já viu, tudo bem, as fotos são antigas, mesmo.

 

 

 

Clemont-Ferrand ano 1969, equipe Matra num momento ocioso... Tudo "profiça"!

 


 

 

Balanceamento no quiosque da Dunlop anos 60

  

 Para quem não conhece, o senhor a esquerda, acompanhando o trabalho, é Colin Chapman - fundador da Lotus.

  

 Mecânicos da Honda(com uniformes de beisebol) em Monza 1966.No ano anterior haviam conseguido a primeira vitória na F-1, no México.

 

Ferrari em 1954, Circuito de Nurburgring. Jose Froilan Gonzalez, o piloto, guia o carro da Scuderia
Italiana. Reparem que o único cinto que ele usa é o das calças. A corrida foi vencida por Juan Manuel Fangio e sua Mercedes. Froilan chegou em segundo lugar, completando a dobradinha argentina.

Ano 1974
Caixa de ferramentas.

Hospitality Center

Reunião no “motorhome” da Lotus Hockenheim 1970.

O sujeito da direita é Jochen Rindt, que venceu a prova, morto em Monza no mesmo ano
e único campeão póstumo da F-1.

Câmera onboard

Reabastecimento

Estacionamento - Ano 1971, Montjuich, Barcelona.

Piloto fazendo lanche dentro do carro

Clemont-Ferrand 1973
Mecânicos dão duro no carro de Emerson. Com certeza não estavam mexendo no mapeamento do motor.

Mônaco 1973
Condessa Cristina Caraman e o macacão de François Cevert. Infelizmente o francês morreu em Watkins Glen naquele mesmo ano.

 

Box da Ferrari em Monza, 1971. Praticamente a borracharia do Bola, aí no seu bairro...

 

 

 

 

Qual é o melhor carro brasileiro para transformar em um Delorean DMC-12?

Nem Ferrari, nem Porsche: se eu ficasse milionário de uma hora para outra, o primeiro carro que compraria seria um Delorean DMC-12. Claro que ia comprar os outros depois, mas não ia perder a chande de ter um desses na minha garagem. Lá fora até custa barato – já vi um por US$ 14.000, mas nesse circo de pulgas que é o Brasil, importar um custaria bem caro – pelo menos três vezes mais. But... Wait! Por que importar se podemos fazer uma homenagem a ele usando modelos nacionais? Como? Por quanto?

Pois é, para os críticos de plantão, a questão é que é realmente impossível reproduzir um Delorean perfeito com o que temos aqui no Brasil.
E acho que só eu tenho essa fixação, porque demorei muito pra te encontrar, agora quero só você para perceber que nenhum site brasileiro conta a história de alguma peripécia envolvendo a construção de um Delorean. Então eu, visionário, decidi fazer este post no E-zap.net e no MDIG, para aumentar nossas visitas caso alguém quisesse saber sobre o assunto... ^^

Lembrando que:
A ideia aqui é falar de semelhanças e facilidades de tamanho e design. Exclui, portanto, projetos referentes à perfeição estética, bem como às portas asas de gaivota, mudanças no interior do carro, etc.

Caneta e papel na mão, vamos lá...

Historinha: o original
O DeLorean DMC-12 é um carro esportivo produzido inicialmente de 1981 a 1982 pela empresa automobilística norte-irlandesa DeLorean Motor Company. O DeLorean DMC-12 ganhou status principalmente por aparecer na trilogia de filmes de ficção científica De volta para o futuro.


Bom, a empresa pediu concordata em 1983, por causa de um escândalo envolvendo um suposto financiamento por drogas na produção dos carros. Isso há dois anos antes do filme De Volta Para o Futuro estrear no cinema. Ou seja, o carro ficou famoso quando nem era produzido mais.
Não são tão poucos exemplares pelo mundo à fora, mas no Brasil, por exemplo, dizem que existe apenas um. Então o remédio é pensar nas:

Possibilidades:
5. VW Passat TS, Pointer ou Village
Eu gosto só um pouquinho do Passat. Acho ele desengonçado. Mas era um carro de sucesso na época, e não é muito difícil encontrar um em bom estado, com valores entre 5.000 e 10.000 reais. 

Vantagens da construção:
O Passat tem a frente comprida e reta, além de faróis dianteiros duplos, como o DMC-12. Além disso, o comprimento dele, 4,26 metros, é exatamente o mesmo.

Desvantagens da construção:
Apesar do mesmo comprimento, o Passat é bem mais alto que o Delorean. É nessa parte que eu disse que acho ele desengonçado. O que vai ocorrer é que, apesar dos esforços, todo mundo que olhar seu Delorean Passat vai sempre lembrar mais do Passat do que do DMC-12. Se você não quer que isso aconteça, seria legal pensar em um:


4. Vw TL (ou alguma Wariant)
“Que tosco, esse carro nem lembra um Delorean!”, você deve estar pensando. Mas pense de novo! A TL eu já gosto um pouco mais do que o Passat. Eu acho que se o Delorean fosse da década de 70, seria parecido com ela. É um carro antigo, um pouco mais difícil de encontrar e com um preço que varia muito: entre 2.000 e 15.000 reais, dependendo do estado geral do carro. 

Vantagens da construção:
Mesmo sendo mais baixa que o Passat e mais alta que o Delorean, a TL também tem o comprimento igual (dependendo do ano), e além disso, o motor dela também é atrás. Por isso, a frente é bem mais baixa, na altura do eixo, o que traria semelhanças com o DMC-12.

Desvantagens da construção:
A TL é mais redondinha que o DMC. Embora a lateral fosse ficar legal, a frente e a traseira precisariam ser seriamente modificadas para o carro virar uma homenagem ao carro da Delorean.


3. Vw SP-2
Esse é bom! O SP2, um esportivo desenvolvido especialmente para o mercado interno brasileiro é um clássico da década de 70. Tirando os faróis de Brasília, é um carro que eu particularmente gostaria de ter. A faixa de preço varia muito, de 5.000 a 40.000 reais, também dependendo da conservação.

Vantagens da construção:
Mesma altura, mesmo comprimento, motor atrás. Modificações na traseira e na dianteira e pronto, temos um carrinho parecido com o Delorean.

Desvantagens da construção:
Bom, eu particularmente teria muita dó de transformar um carro clássico em outro. A SP2 sempre me chamou atenção do jeitinho que é.

 

2. VW Gol “Quadrado”
Ah, esse é meu favorito. Abra sua mente: o Gol chega a parecer mais com o Delorean do que o Passat, mesmo sem faróis duplos. É fácil de achar, tem boa mecânica e com até 10.000 dá pra conseguir um bem inteirinho.

 

Vantagens da construção:
O Gol lembra muito o VW Scirocco, que é usado lá fora para fazer réplicas de Delorean. Rebaixadinho, dá para deixar até parecido, sem mexer muito no carro. Ele vai continuar sendo um Gol, mas com faróis duplos ele lembra um Delorean, sim.

Desvantagens da construção:
Ele é mais alto e menos comprido que o DMC-12. Só isso.


1. Réplica em Fibra de Vidro
Agora, explicando o motivo de eu ter citado esses modelos, que num olhar mais crítico, não tem nada haver com o Delorean: uma empresa que produz réplicas certamente usaria o chassi de um deles para fazer um Delorean, caso não quisesse usar um chassi tubular. Embora eles sejam mais altos, mais baixos, mais largos ou até menores que o DMC-12, todos estes modelos seguem as mesmas linhas de tendência do fim da década de 70 e começo da década de 80, tornando-os conceitualmente parecidos – mais ou menos como acontece com os carros atuais (Celta, Pálio, Gol IV, etc).
Mas é claro que mesmo com todo esforço, eles não vão ficar idênticos a um Delorean. A única maneira de conseguir isso é encomendando uma réplica de fibra de vidro ou de massa (bem menos popular aqui no Brasil). 

Vantagens da construção:
Vai ficar idêntico. As réplicas são muito perfeitas.

Desvantagens da construção:
As empresas brasileiras de réplicas, como a Autosfibra, de Santa Catarina, ou a Chamonix, de... de... ah, esqueci de onde, são bem profissionais, e cobram por esse profissionalismo.
Talvez seja mais barato importar um DMC e deixar na garagem até juntar dinheiro para regulariza-lo.

Bom, essa era a ideia. Como disse no começo, não dá para fazer um Delorean perfeito sem recorrer aos kits.
Agora, se você quer uma máquina do tempo, pode construir em qualquer carro.
Eu já inventei a máquina do tempo. Só falta patentear. Ela não funciona, mas estou seguindo o exemplo dos irmãos Right: inventei primeiro, então mesmo que não funcione, vou ficar com os créditos. E Dumont que entenda! ^^

Texto escrito para o E-zap.net e o MDIG. Pode ser copiado, mas quem retirar os créditos é um afeminadinho.

Alterações no e-Zap

Olá pessoal...

Os amigos talvez tenham percebido que de uns tempos para cá, o site tem travado na entrada. Isso ocorria por causa de um problema no layout do site. Para tudo voltar ao normal, alterei o layout do site, como pode-se perceber. O layout atual vai ficar por um bom tempo, mas no futuro, teremos outras alterações...

Agradecemos pelas visitas e pelos comentários... Abraço a todos!

 

 

 

Crônica de um bi-articulado

É curioso perceber que temos uma incrível capacidade de estar certos. Os outros estão sempre errados. São sempre os criadores de confusão, os baixos, os ignorantes... Mas nós, ah, nós estamos acima de qualquer baixaria. O mundo tem a obrigação de girar ao nosso redor, e qualquer um que se oponha a este conceito não é digno de ser considerado nosso igual...

Ontem, quando fui dormir, chovia um pouco. Mas meu quarto, talvez por ser muito pequeno, é um pouco abafado, e então dormi com a janela aberta. Funciona; às vezes acordo com dor de garganta, mas ontem ajudou bastante a deixar fresquinho o ambiente.

O que não funcionou foi me fazer dormir bem, porque desde que me conheço por gente, não consigo dormir uma noite inteira. E claro, já procurei tratamento para isso, que inclusive está em andamento.

Hoje começou um dia normal. Acordei passando a perna do despertador, apenas esperando ele tocar para ser desligado.

Escovei os dentes, tomei iogurte e um pedacinho de cuque com farofa e algumas especiarias que havia ganhado da namorada ontem.

Me arrumei, passei protetor solar, apesar do tempo nublado, porque afinal, estou em Curitiba.

Descendo para pegar o ônibus (já disse que estou em Curitiba?) deixei passar o primeiro e peguei o segundo, mais vazio, que me conduziria ao terminal do Capão Raso, uma viagem de não mais do que cinco minutos. Coisa de preguiçoso.

Bom, quem conhece a cidade sabe que temos algumas linhas de ônibus expressos, e que apesar dos problemas comuns às grandes cidades, são bem frequentes, acho que a cada cinco minutos passa um.

Uma das linhas expressas da cidade

Por isso, como o segundo ônibus que pego já faz um trajeto maior, eu espero na fila, para poder ir sentado, já que meus joelhos não são um exemplo de vitalidade.

Enfim, sei que quando cheguei no terminal, estava bem vazio, mas em pouco tempo começou a encher, e já sabia que se repetiria a cena que vejo todo dia: pessoas furando a fila do ônibus, desconsiderando o direito de quem está lá a mais tempo.

A essa altura havia apenas uma moça na minha frente. Mas as laterais das filas foram sendo tomadas por espertinhos (ok, geralmente são "espertinhas"), e logo uma delas entrou na minha frente na fila e ficou ali parada. Curioso, uma mulher com uma aparência até de ser gente boa...

Sorri e fingi que não era comigo. Discussão na segunda-feira cedo é praticamente um mau presságio.

Só que a moça que estava em primeiro não gostou. Disse que todo mundo espera na fila e que aquele estrupício que entrou atrás dela deveria ir lá para o final.

A fura-fila cacarejou um pouco, como se estivesse certa, mas não saiu dali.

Beleza! Vou no próximo para sentar perto da janela. Nessa hora murmurava alguns versos avulsos de Raindrops Fallin' on My Head...

As duas entraram no ônibus que chegou e pensei: "oba, vou ser o primeiro da fila". Mas minha expectaviva foi adiada, porque novamente uma figura aparentando todo garbo e elegância do mundo entrou na minha frente, com nariz empinado, como se fosse dona por direito daquele espaço de sei lá, meio metro quadrado.

Blasfemei: agora já é palhaçada, né?


Ônibus profano curitibano, da linha 666

Passei à frente dela e fiquei mais perto da plataforma de embarque, para conseguir entrar no próximo ônibus (o terminal já estava cheio).

Senti um tapinha nas costas. "Garoto, a fila é lá atrás"...

Meu! Eu sou um cara educado... garanto que se eu tivesse furado a fila, ia pedir desculpas e ir para o final da fila quietinho. Mas cacilda, já fazia uns quinze ou vinte minutos que eu que estava ali!

Na hora esqueci o princípio cavalheirístico de que as mulheres sempre tem preferência e disse:

"Minha senhora, você é a segunda pessoa que fura a fila na minha frente! Preciso ir trabalhar!"

Ela balbuciou algo baixinho, mas eu não sai dali.

Entrei no ônibus na frente dela. Ao fundo, pessoas que estavam ali há mais tempo me olhavam com aprovação e balançam a cabeça com ar positivo de quem diz mentalmente: "é isso aí, rapaz! pode crer!", ao passo que quem estava ali a menos tempo devia estar pensando: "que cara mal educado!".

E no ônibus vim meditando exatamente isso: teria realmente <i>eu</i> sido o mal educado, por não dar preferência àquela lady, com certamente algumas primaveras mais vividas do que eu, ainda que isso resultasse em chegar atrasado no expediente de hoje?

Ou será que estava certo, sendo homem e ainda assim não ter dado preferência àquela jararaca astuta, que não era sequer uma senhora de idade, nem estava doente e se arrastando, e ainda por cima furou a fila, passando para trás outras pessoas além de mim?

No fim das contas, acabei chegando aqui me sentindo o mais mal educado da história, com a consciência um pouco pesada por ter deixado de lado a minha educação inglesa, que ultimamente não tem sido uma via de mão dupla.

E como cristão convicto, o melhor que consegui fazer foi garantir em prece que ia compensar fazendo uma boa ação hoje, assim que tivesse uma oportunidade.

 

Acho que volto em pé no ônibus quando for para casa ou algo assim.

E vou manter o nível, porque hoje é apenas <b>segunda-feira</b>...

 

 

Morro e não vejo tudo de 20/01/2011

Essa é para fãs do Ronaldinho Gaúcho (clique na imagem para ver maior): 

Sério... Eu não pagava esse valor nem por uma música inédita de Pena Branca e Xavantinho... Ainda mais no Mercado Livre, vai que depois que eu faço o depósito o cara some? Como poderei viver?

Encontro de duas balas

Duas balas, uma francesa e outra russa, colidiram no ar por volta de 1854, durante a guerra na Rússia, na península da Criméia.

 

 

Elas foram encontradas, por acaso, no ano de 2004.


Estudiosos afirmam que a probabilidade disso acontecer é uma chance em um bilhão.


Sem falar que, encontrar este "espetáculo da probabilidade" 150 anos depois, foi também uma grande coincidência.